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Motorola Razr peca na bateria

O Razr, da Motorola, é um smartphone estupidamente fino: tem 7,1 milímetros e sua espessura chega a ser menor que a de um lápis. O aparelho acaba de chegar ao mercado brasileiro e vem para acirrar a concorrência com outros smartphones da plataforma Android, como o Galaxy S II, o Xperia Arc e o Optimus 3D. Ele, inclusive, tem preço de estreia parecido com o de todos seus rivais: R$ 1.999 (desbloqueado).

O smartphone tem um dos processadores mais rápidos da categoria (dual-core de 1,2 GHz) e apresenta bom desempenho, mas acaba pisando na bola no quesito bateria -- sobretudo para quem usa muito internet móvel. Vale a pena para quem não abre mão de qualidade e consegue transportá-lo e manuseá-lo de forma confortável: a tela é gigante e isso pode ser um incômodo. Veja abaixo a análise dos destaques do Razr:

Hardware

Esse que é uma espécie de sucessor da série Razr (a mesma linha do popularíssimo celular V3) apresentou um bom desempenho durante os testes do UOL Tecnologia (Enviar esta matéria  via SMS Oi Torpedo). Foram poucos “engasgos” e rapidez na execução de tarefas comuns em smartphones, como a abertura de páginas na web e acesso a vários programas simultaneamente.

O bom desempenho na execução dessas tarefas deve-se ao hardware parrudo, melhor que o dos seus atuais concorrentes. Ele tem processador dual-core de 1,2 GHz, 1 GB de memória RAM e 16 GB de armazenamento – capacidade que pode ser expandida até 32 GB com a instalação de um cartão de memória.

Tela e tamanho

A tela do Razr chama a atenção pelo tamanho (4,3 polegadas) e o brilho do display, visualmente superior se comparado aos smartphones concorrentes. O que mais incomoda no aparelho, quanto ao aspecto físico, é o tamanho. Por ter um “telão”, o manuseio do celular pode ficar comprometido por quem tem mãos pequenas. Algumas vezes é necessário “reacomodar” o aparelho na mão enquanto, por exemplo, navega-se por uma página na internet.

Outro problema é o transporte do celular. Apesar de ser muito leve (127 gramas), o aparelho de tela gigante pode não agradar quem costuma levar o aparelho no bolso da calça – sobretudo em bolsos de calças femininas, geralmente menores que os de calças masculinas.

Bateria

O calcanhar de Aquiles de smartphones com sistema Android é a bateria. E com o Razr não é diferente. Durante os testes do UOL Tecnologia, por exemplo, quando submetido ao uso intenso de conexão 3G, a bateria durou cerca de 8 horas. Ou seja: um aparelho novo, com o melhor desempenho de sua bateria (que acaba sendo comprometida com o tempo de uso), tem de ser carregado ao menos uma vez por dia.

Em standby (com conexões de rede 3G, Wi-Fi, bluetooth e GPS desligados), a bateria do aparelho pode durar uns 4 dias. Mas alguém que compra um aparelho com tantos recursos, internet e possibilidade de consultar sua posição geográfica no GPS dificilmente deixará o “brinquedo” em standby.

Um detalhe que o usuário deve estranhar no Razr, em comparação a outros aparelhos da fabricante, é a impossibilidade de retirar sua bateria. Caso, por exemplo, o smartphone trave – algo que não aconteceu durante os testes do UOL Tecnologia – cabe ao usuário esperar a bateria descarregar para “resolver o problema”. O mesmo já acontece no iPhone da Apple.

Câmera

A câmera traseira do Razr é de 8 megapixels, como a do seu principal concorrente, o Galaxy S II da Samsung. Porém, o aparelho da Motorola se mostrou superior na qualidade de imagem (veja abaixo o mesmo objeto clicado pelos dois aparelhos sem o uso de flash), enquanto o Galaxy apresentou um melhor balanceamento de cor. Outra qualidade do Razr é a rapidez ao clicar imagens. Em dez segundos, por exemplo, foi possível tirar sete fotos seguidas com o smartphone. Para os que gostam de gravar vídeos, a câmera ainda oferece resolução de 1080p.

á a câmera frontal tem 1,3 megapixel e permite fazer videoconferência de alta definição.

Sistema operacional

Nos aparelhos com sistema Android, cada marca personaliza o sistema do seu jeito. A personalização da Motorola para o Razr é bem amigável e traz recursos que facilitam bastante a vida do usuário. Entre eles, o acesso à câmera logo na tela inicial; uma aplicação que ajuda o usuário a gerenciar o consumo de dados e um recurso da tela inicial que facilita ligar o Wi-Fi, o Bluetooth, o GPS ou o modo avião.

Outro detalhe, exclusivo da Motorola, é o Motocast. Após se cadastrar no serviço, o usuário consegue acessar pela internet os arquivos de determinadas pastas de seu computador. O problema da opção é que o PC do usuário deve ficar ligado e com acesso à internet. Em tempos de computação em nuvem, bem que a aplicação poderia sincronizar o conteúdo de algumas pastas do computador com a web.

O sistema operacional embarcado no Razr é o Android Gingerbread 2.3.5. No entanto, o usuário não deve se preocupar com atualizações pois, seguindo a empresa, no primeiro trimestre de 2012 já será possível atualizar para a versão mais recente: Ice Cream Sandwich.

Acessórios

Algo que merece atenção no smartphone da Motorola são os acessórios que vêm na caixa do aparelho. Além do bom fone de ouvido que sempre vem junto com os celulares da marca, o celular acompanha um carregador convencional, outro específico para veículos e um cabo HDMI – esses dois itens, geralmente, são vendidos separadamente.

Como o Motorola Atrix, o Razr conta com um acessório, chamado lapdock, que transforma o celular em uma espécie de CPU de um computador portátil. Este dispositivo é vendido separadamente e ainda não está disponível na loja oficial na internet da fabricante.



Escrito por Editor às 13h01
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